C5 F5 Bb5 Eb5 Ab5 G5 C5
Ab5 G5
Sou ventana e barbarucho, juju ruim não me faz mal
C5
No pingo eu amunto agarrando, pelo fiador do buçal
Ab5 G5
O verso xucro e campeiro, com gosto de pastiçal
C5 C5
Sou pior que chuva de pedra, num dia de temporal
F5 Bb5 Eb5
Por isso é que os caborteiros, me consideram um bagual
Ab5 D5 G5 G5 C5
E pra potro que corcoveia, não me interessa bocal
F5 Bb5 Eb5
Por mim que saia berrando, no meio do banhadal
Ab5 D5 G5 C5
Com a espora eu faço minha marca, e com o mango eu boto o sinal
Ab5 G5 C5
(Oigalê, oigalê oigalê, oigalê
Bb5 Ab5 G5 F5 Eb5 G5 C5 Bis
Eu sou da terra gaúcha, eu sou do Rio Grande tchê)
Int.
Ab5 G5
Já tosei muito a martelo, também já torci sovéu
C5
Na esquina eu descascarreava, maneava e atava o bel
Ab5 G5
Já rondei tropas ligeiras, solito sem companheiro
C5 C5
Sentindo remoendo o freio, num redomão caborteiro
F5 Bb5 Eb5
De madrugada, bem antes de vir a aurora
Ab5 D5 G5 G5 C5
Mateio com gabolheira, pra não me perder na hora
F5 Bb5 Eb5
Não troco lida de campo, nem meu viver de galpão
Ab5 D5 G5 C5
Gosto do ar da campanha, gineteada e marcação
( )Int.